Propriedades de segurança
A segurança do protocolo se apoia em três decisões de desenho:
- Imutabilidade: os contratos não têm função de upgrade. O código auditado é o código em execução, permanentemente.
- Ausência de chave administrativa: não existe multisig, owner ou função privilegiada com acesso ao lastro. A única operação que transfere wBTC para fora do cofre é o resgate com queima de EVA.
- Superfície mínima: poucas funções, uma fórmula, sem oráculo externo de preço e sem integrações de composabilidade. A superfície de ataque é reduzida por desenho.
Essas propriedades descrevem o Burn Vault (Core), o cofre que sustenta o piso de base. O Burn Vault Boost é um contrato separado: o saldo, a cota coberta e a cotação de queima são públicos no Arbiscan, e o contrato foi auditado pela CertiK.
Auditorias
| Auditor | Resultado | Relatório |
|---|---|---|
| Hacken | 10/10 | Ver relatório ↗ |
| CertiK | Auditado | Ver relatório ↗ |
A Hacken e a CertiK são firmas de segurança especializadas em auditoria de smart contracts e análise de vulnerabilidades.
Escopo das auditorias
O escopo cobriu os dois pontos que sustentam a garantia do protocolo:
- O mecanismo do Burn Vault, em particular a inexistência de qualquer caminho para retirar wBTC sem queimar a quantidade proporcional de EVA.
- A lógica de tokenomics: supply fixo, ausência de mint, queima permanente e o cálculo do Burn Price.
Limites e dependências externas
Auditoria reduz risco, sem eliminá-lo. O protocolo depende de componentes externos com riscos próprios: o wrapper wBTC e sua custódia, a infraestrutura da Arbitrum e a operação física de mineração. O detalhamento está em Riscos.